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This Is How We Do ♡ Blunt & Humphrey

Jasmine tirou o cabelo de seu rosto, acariciando. Ela adorava mexer no cabelo, ainda mais quando ele acordava macio e fabuloso. “Negócios?” Franziu a testa, com um olhar meio duvidoso. “Você, o graaaande Henrique, o cara que tem uma rede de hotéis por todo o mundo não tem uma equipe de tradutores?” Jamie franziu os olhos. Se fosse uma pessoa diferente, ela acharia que fosse mais uma maneira de estar um passo a frente das pessoas normais, mas Henry não era daquelas. Não entendia porque ele se dera ao trabalho de falar até Árabe. Tudo bem, conhecimento era legal e tudo o mais, mas árabe?

A morena deu de ombros. “Well, só um legista de Hidden teria tempo pra jogar pinball. Um dos menores índices de morte nos EUA. Claro, um ou outro que morre de velhice ou um acidente perto daqui, mas, nada fora do comum.” Disse, simplesmente. Apostava que tinha uma máquina de pinball no IML de lá, mas uma visita estava completamente descartada. Jasmine odiava ficar no mesmo lugar que gente morta, sendo hospital, cemitério ou qualquer coisa parecida.

Sua risada foi mais alta que as anteriores. “Califórnia! Seria um lugar melhor pra se viver sem, you know, todas aquelas pessoas com câmeras seguindo qualquer subcelebridade.” A garota deu de ombros novamente. “Eu amo a Califórnia.” soltou, pela primeira vez na vida. Ali, no meio da apresentação da sua banda favorita com um dos caras que mais apareceu na Forbes e só o que ela podia pensar era em sua casa e como Alec adoraria ver aquilo. Bloody hell, ela pensou, eu estou ficando emotiva. “Como? Deuses, não!” o assunto casa foi esquecido no mesmo momento, arquivado com todas as memórias que a deixavam meio estranha. “Supondo que você tem uns 25 anos, contanto a partir dos 18, você ficou só sete anos realmente na ativa?” ela estreitou os olhos de novo. “Eu não posso acreditar que não houve nenhuma transgressão a qualquer lei da vida antes da maioridade. Vaaaamos, conta, se não vou puxar a sua ficha criminal.” Ameaçou de brincadeira. Depois de toda uma confusão com as memórias, tinha orgulho de saber fazer uma boa ficha da pessoa, acessando todos os dados disponíveis. Se ela se dedicasse mais, talvez conseguiria até hackear algum arquivo do governo, por mais que aquilo desse prisão automática. Está aí, uma das minhas metas de vida, pensou, Instalar uma barreira que impeça os outros computadores de achá-la. Era uma boa ideia, mas completamente impossível.

Arqueou a sobrancelha de forma meio você-se-surpreenderia-se-soubesse, e deu uma pequena risada. É, não conseguiria fugir da história dos tradutores. Na verdade… Ah, não era bem uma história. Nem ele sabia o motivo. Era na verdade uma mania boba, um dos caprichos que por mais que ele controlasse, estavam ali. “Graaaaande Henrique me assustou um pouco” ele riu-se, coçando a nuca. “Mas é, eu tinha uma equipe até começar a me sentir dependente demais e a ter meu ego ferido, aí aprendi todas as línguas com as quais eu tenho que lidar na minha rotina e é isso” deu de ombros. "Me livrei dos tradutores" não podia ver sua expressão no momento, mas imaginou que estaria meio maníaca, e riu por isso.

Parou para pensar um pouco. Realmente aquela cidade era bem parada criminalmente falando. E isso era bom, muito bom. Mas imaginou como era para quem trabalhava naquela área. Deveria ser mais ou menos como ele se sentia no dia a dia, e sentiu pena dos legistas e policiais da cidade. “Melhoraria se eu trouxesse o Sr. e a Sra. Smith pra cá?” perguntou brincando. Não queria ninguém morto, mas também achava que um pouco de agitação não seria uma coisa ruim. Havia crescido em Boston, e vira de tudo, inclusive ataques terroristas a uma maratona; e era estranho pensar que nada de ruim acontecia ao seu redor. Nada pode ser tão perfeito, pensou.

Acompanhou a risada da menina. "Subcelebridades como eu?" perguntou arqueando a sobrancelha em desafio, no maior estilo pense-bem-no-que-vai-responder-mocinha. Havia passado pela Califórnia algumas vezes, em algumas festas e coisas do tipo, mas nunca realmente desfrutado daquelas praias tão tentadoras que só perdiam para duas ou três que ele havia visitado com o passar do tempo. Foi pego de surpresa pela pergunta dela e sorriu tímido. "Wow. Vou adorar deixar você pensando nos 25" disse com uma gargalhada, e se virou de costas para o palco, apoiando os antebraços na grade.

Pensou um poco em qual seria uma resposta aceitável. Nem ele se lembrava direito do porquê nunca ter feito as merdas da adolescência quando estava na fase, mas supôs que tinha algo a ver com a mãe e a condição financeira deles. “Eu não tenho ficha criminal” disse, meio assustado, como se fosse óbvio. "Por que eu teria uma?" questionou, imaginando se todo mundo tinha uma, menos ele. Costumava acontecer com frequência. “Mas olha, eu aprontei bem pouco mesmo. A maior parte da minha adolescência foi ajudando minha mãe a manter a casa, então não tive tempo pra ser um bad boy” fez uma careta e riu, imitando a postura de um dos tantos bad boys que havia conhecido em sua vida. "Culpe a minha abstinência alcoólica por isso, e tantas outras coisas também" disse.

posted on July 11th   10 notes   via beautyblunt-rp

Let me thank you || Henry and Alanna

Assentiu lentamente. Outro dia. “Nesse caso, você me deve um strip" a piscadela retribuía o sorriso do homem, que, na falta de descrição melhor, era de tirar o fôlego. A proximidade era tanta que Alanna conseguia sentir a respiração quente dele tocar sua face, e a risada soar ainda mais cômica. 

Enquanto andavam tão próximos quanto antes, a loira proibiu-se de pensar. Não que a situação precisasse de alguma sanidade, mas o álcool só fazia com que seus pensamentos ficassem confusos e vagos, então decidiu que seria melhor mantê-los longes. “Se abrisse a porta para mim, eu esperaria um buquê de flores ao amanhecer" ela riu e bateu palmas quase que ironicamente pelo gesto "Não tem tempo parar abrir a porta, mas tem tempo pra fingir ser um dublê? Ok, tenho que assumir que impressionou" a risada continuou até que ela enfim abriu a porta e entrou, sentando no banco enquanto o esperava.

Riu levemente balançando a cabeça. A ideia de outro dia soava boa para ele. Um strip nem tanto, já que nunca havia feito um; mas algo o dizia que não seria impossível. "Buquê? As pessoas ainda dão isso de presente?" perguntou ironicamente antes de entrar no carro e bater a porta, vendo ela fazer o mesmo. Parando para pensar, ele havia chegado à conclusão de que nunca havia dado um buquê de flores na vida. Talvez não fosse tão cavalheiro quanto pensavam que era.

Riu já com a chave na ignição e olhou pra ela, dando-lhe um selinho. "Não sabia? Ser um dublê é meu emprego de meio período" brincou, saindo com o carro. Amava o fato da cidade não ter mão e contramão, e por isso o caminho havia sido mais fácil do que imaginou que seria. Embora cada vez que olhasse para Alanna, o caminho parecia se estender um pouco mais apenas para torturá-lo. Chegando na frente do Hotel, saiu do carro e andou a passos apertados até a porta do carona, abrindo a porta para a loira e jogando a chave do carro para o manobrista. Sorriu malicioso e guiou-a pela recepção até os elevadores, entrando em um que por sorte estava ali e vazio. Tirou a chave que liberava o elevador até sua cobertura privativa e se aproximou dela lentamente, com o olhar carregado de segundas intenções. "Fico me perguntando se isso tudo não é loucura demais" disse, mas, contrariando a si mesmo, a beijou contra a parede do elevador, tateando em busca da entrada da chave e a encontrando segundos depois; ouvindo o elevador subir.

posted on July 11th   5 notes   via alanna-armstrong

Life’s to short to be serious; Henry and Jenna

Só agora Jenna tinha se dado conta de que Henry era rico. Incrivelmente rico. Agora ela se perguntava se era a única que passaria fome se ficasse um mês sem receber seu salário dentro do seu grupo de amigos. Helena era rica. Tom e Will eram muito ricos. E John Merlyn, apesar de sua ocupação, sempre tivera um jeito de quem era ou fora rico. O terno que ele usara na festa anterior indicava isso. As bebidas que ele bebia também. Suas maneiras da mesma forma. Quem era aquele cara?

Ela acordou de seus devaneios e olhou para Henry. "Eu? Não, não. Estou de folga. 100% liberada para fazer o que eu quiser, contanto que seja lícito. Meu considere uma civil." Ela despejava as palavras. Era uma mania que havia começado quando chegara na cidade. Talvez uma forma de disfarçar o sotaque, ou porque geralmente tinha que fazer tudo rápido ultimamente. Sorriu amigavelmente depois de falar. Fixou seu olhar no seu copo, depois no dele. Assim que ouviu o que Henry disse, a londrina estendeu o copo que segurava para ele, com a outra mão já pronta para pegar o seu. "Gimme that." Falou, puxando o objeto e tomando um longo gole. Não gostava muito de coquetéis, mas aquele era com vodca, então era aceitável. "Como consegue?" Perguntou, com real dúvida em seu olhar. Claro, Jenna bebia demais por realmente ter problemas com alcoolismo, bebia para esquecer mais ainda, e para sentir a conhecida sensação de dormência. Só assim ela realmente conseguia relaxar. "Não bebe nem vinho?"

Teve a leve impressão de estar sendo estudado por Jenna, mas deixou passar. Acharia engraçado se estivesse, até porque estava acostumado com pessoas perguntando, e não tentando adivinhar algo sobre ele. Talvez fossem os hábitos de policial. Imaginou o quão legal seria ser xerife, e desistiu na mesma hora: sabia que não teria paciência e nem jeito pra coisa. Admirou Jenna no mesmo instante por manter a cidade em ordem. Embora não fosse uma cidade agitada, ele sabia bem que sempre tinha alguma coisa para consertar.

"Poxa vida, lícito? Isso estraga meus planos" brincou fazendo bico, e rindo em seguida. Claro que não tinha nenhum plano ilícito, e parando para pensar ele tinha quase certeza que nunca tinha feito nada fora da lei, mas achou graça da afirmação da loira. Bom, ele não era policial, mas também não faria nada ilícito. E sabia que ninguém mais ali faria, graças à segurança reforçada que havia contratado.

Bebeu um longo gole de sua bebida certa dessa vez, sentindo o doce invadir sua garganta daquela forma agradável e gostosa que era completamente o oposto do que sentia com o álcool, mesmo que fosse uma dose pequena no meio de uma batida como aquela. Ergueu os olhos e abaixou a mão com o copo, pensando. “Eu simplesmente odeio o gosto dessa coisa” apontou para o copo dela como exemplo. "E não vejo porque ignorar isso como um monte de pessoa faz porque ficar bêbado é legal. Tipo, eu consigo me divertir completamente sem álcool, não faço questão" disse, dando um sorriso tímido em seguida. Era careta, sabia disso, mas não beberia para se sentir mais descolado. Pensou um pouco. Bebia vinhos em jantares chiques, mas também não fazia questão. Olhou novamente para ela. "Não se eu puder evitar" sorriu, se virando para o palco para ver um show começar.

posted on July 2nd   2 notes   via jen-lionsdale   Source

This Is How We Do ♡ Blunt & Humphrey

A morena franziu os olhos para Henrique. “Por que diabos você fala Árabe?” Não quis fazer nenhum comentário maldoso, nem desmerecer a língua, só queria saber o motivo. Nunca pensou em algum momento em sua vida que precisaria falar Árabe, de verdade. A única situação que ela imaginava que precisaria falar alguma língua do Oriente Médio seria de visitar uma das bases em que o pai esteve, mas aquilo estava fora de cogitação. “Só falo inglês porque se eu falasse ironia todo o tempo muita gente não ia entender. Então vamos deixar ela para situações mais especiais, não?” Jamie deu uma piscadela.

Naquele momento, estava muito mais calma. Estar perto de uma pessoa que ela conhecia era muito mais fácil e tranquilizador, o que a fez decidir relaxar. “Geralmente, você enterra. Ou queima. Ou manda pra algum Instituto Médico Legal. Aposto que lá deve ser divertido. Talvez tenha até uma mesa de pinball.” ela deu um sorrisinho. “E também depende do jeito que morreu. Se você tiver culpa, é melhor se livrar das provas, não?” Jasmine deu de ombros, fingindo indiferença. Ela não era tão fria aquele ponto, tanto que no dia das lanternas ela adoraria ver um incêndio, só que não queria saber que teria uma parcela de culpa quando alguém fosse para a área de queimados no hospital.

Jamie era mais baixa que Henry, era mais fácil abraçar pela cintura do que por a mão em seu ombro. Juntos, foram até a beirada do lugar. Era muito mais emocionante ficar ali, perto do palco e da vibração da platéia. “É, é sim, do Foster também. O Coldplay já tocou numa das praias perto da minha casa uma vez. Fugi pra lá assim que meus pais fecharam a porta do quarto deles.” Riu baixinho, lembrando daquele dia. Depois do Coldplay, algumas outras bandas e DJ’s tinham se apresentado, o que levou a noite inteira. “Eu fiquei encrencada por uma semana, até o meu irmão fazer uma merda maior que a minha. Então ele ficou de castigo e eu me livrei.” A morena deu de ombros. Adorava lembrar das coisas que ela fazia que seus pais não aprovavam, porque a grande maioria rendeu histórias e memórias maravilhosas, que deveriam ser contadas para filhos e netos.

Fez uma careta enquanto pensava em como explicar algo como aquilo. É, por que diabos ele falava árabe? Não era tão simples de explicar, era? E mesmo que fosse, ainda sim era incomum. Na verdade, só o fato dele falar tantas línguas já era incomum. Ele era americano, e que tipo de americano fala outra língua, pra início de conversa? Talvez ele fugisse dos padrões até nisso, afinal. Então deu de ombros e sorriu. "Negócios" disse da forma mais simples que conseguiu. Não iria explicar toda a história de seus negócios e sobre como tinha pavor dos tradutores. E ainda pior: o porquê. "Tradutores são bonzinhos, Henry. Isso não faz o menor sentido!" Aham, eles que pensavam.

"Não acho que os legistas tenham tempo para jogar pinball" riu-se. Ele tinha, e de sobra. Tanto que seu quarto dele tinha duas ou três das maquininhas. Mas os legistas? Nah, eles sim tinham trabalho de verdade a fazer. Não que ele não tivesse, só ainda não estava acostumado à sua rotina folgada que permitia que ele tivesse mais tempo pra ele do que precisava ter para o trabalho. Ele se sentia meio… vagabundo?

Já na varanda, assistiram enquanto a primeira música terminava e os integrantes da banda falavam com o público, levando todo mundo à loucura. Era emocionante ver as pessoas dali de cima. Por um segundo desejou estar naquela bagunça, mas o reflexo passou assim que viu duas garotas quase se estapeando por um lugar na grade. "Praias? Califórnia?" perguntou, curioso. Ela tinha mesmo cara de quem nasceu e cresceu no litoral, mas caramba! Califórnia era demais! Balançou a cabeça rindo quando ela citou seu irmão. Ele não tinha nenhum, mas tinha primos, e sabia exatamente do que ela estava falando. "Acho que deixei minha adolescência passar. Nunca fiz nada de louco assim até os 18" fez uma careta rindo.

posted on June 22nd   10 notes   via beautyblunt-rp

I cannot sing, but I can introduce you to some dudes that really can; Henry and Nina

A moça levou o queixo pra junto do pescoço, erguendo as sobrancelhas, meio pasma coma a afirmação. “Nossa, então tá né,” ela disse rindo, resolvendo que talvez seria melhor não saber a origem de todo o dinheiro que ele deve ter usado para organizar aquela coisa. Talvez ele fosse da máfia, caso a máfia ainda estivesse na ativa. Provavelmente estava, a máfia sempre estaria na ativa, era um fato. Caso ele fizesse parte dela, então ela definitivamente não queria saber, pois quebraria toda a imagem que ela tinha formado dele. Queria manter o porte de Panda em sua mente.

Quase se sentiu importante ao passar pela segurança sem ser barrada. Deu uma geral com os olhos, avistando seu material de trabalho ali, pedindo para que ela fizesse magia. Ela podia ter bebido um pouco sim, mas agora pelo menos não estava numa multidão que certamente a pisotearia caso ela perdesse a força nas pernas. E ela confiava que Henry não seria cuzão com ela. Ele estava com uma touca de panda, e trouxera sua mãe para o show.

Sem nem pedir, ela começou a manusear as garrafas que tinham ali com habilidade. Em menos de um minuto, tinha duas taças com um liquido rosado convidativo brilhante. Ela entregou uma delas para o moço, com um sorriso simples, e se aproximou da varanda para ver o show que começava. A multidão abaixo gritava, e ela sorriu ao ouvir a melodia ritmada de Who We Are. Com certeza, era sua musica favorita, e não havia um jeito melhor de começar o show. Sem nem um pingo de vergonha, começou a cantar, fechando os olhos para deixar a vibe tomar conta dela. 

Riu com a expressão surpresa dela, como se não esperasse aquilo dele. Tudo bem, não era como se o hotel tivesse o nome dele, então provavelmente muitas pessoas não sabiam sobre nada daquilo. Normal. Ele até achava melhor assim. Quando ficavam sabendo, geralmente o distinguiam de pessoas aparentemente normais. Como se ele não fosse. Bleh, ele odiava aquilo. Preferia que as pessoas o vissem como o cara que foi de moletom para a festa de gala e que estava no meio do maior festival de bandas com uma touca de panda.

Pegou a taça que lhe era oferecida e olhou a bebida rosa com certa curiosidade. Mas ao mesmo tempo, imaginou que saber o que tinha ali dentro o deixaria completamente preocupado. E ele havia decidido que não se preocuparia com nada aquela noite. Por isso, deu um gole em sua taça e se juntou à Nina na varanda. Mas não antes de chamar o seu segurança e lhe pedir algo que ele sabia que não podia faltar. Nina ia gostar.

Chegou exatamente quando o show começava, ouvindo o barulho lá embaixo ficar ensurdecedor. Mas não era incômodo. Era legal ver todas aquelas pessoas animadas com o show. Agora que estava ali, a ansiedade havia passado, mas a emoção de ver Imagine Dragons com aquela vista ainda estava ali. "It’s who we are, doesn’t matter if we’ve gone too far” cantou de forma cômica ao lado dela, rindo em seguida. Apoiou os cotovelos na grade e ficou olhando as milhares de pessoas lá embaixo indo ao delírio. "Dá pra acreditar no tamanho disso tudo?" perguntou mais para si mesmo, balançando a cabeça com um sorriso meio incrédulo.

posted on June 21st   6 notes   via antonieta-rodriguez   Source

Let me thank you || Henry and Alanna

A loira riu e riu. Se estava bêbada? Não saberia dizer. Não havia bebido tanto quanto sabia que era capaz, mas qual outra explicação para essa ‘bobeira' momentânea? Decidiu que suas duvidas poderiam continuar sem respostas, principalmente porque tinha coisa melhor para fazer. E no momento, essas coisas envolviam Henry. 

Afastou os lábios novamente, dessa vez segurando o queixo dele com a mão e dando um selinho demorado antes de responder “Seria uma cena agradável, tenho que admitir. E aposto que não sou só eu que penso assim”. Tocou uma das cordinhas soltas do gorro dele e riu “Touca legal" murmurou e, por mais incrível que pareça, sem nem sequer um pouquinho de ironia. Desceu a mão passando pelo abdômen dele, parando assim que atingiu o cós da calça. "Vamos" deu um batidinha leve no lugar e pegou a mão dele. Virou de costas e saiu andando em direção à saída, ignorando o show que antes era o único motivo da presença dela ali.

Ele não costumava fazer as coisas tão rápido, mas estava achando a sensação bem interessante. Às vezes ele mesmo se repreendia por ser tão careta com relação àquele tipo de coisa, mas ele estava ali agora, estava com Alanna, e as coisas começavam a tomar um ritmo interessante. Olhou rapidamente em volta como se para confirmar o que ela estava dizendo, mas aparentemente a atenção de todo mundo estava no palco, e não no casal se pegando ali, em público. Agradeceu mentalmente por isso.

"Outro dia, quem sabe" disse arqueando a sobrancelha em um sorriso malicioso e a puxando pela cintura, diminuindo o espaço entre eles. Deu uma pequena risada e olhou para cima, como se pudesse ver Hemo. Seus olhos, entretanto, foram obrigados a acompanhar o movimento dela perigosamente baixo em seu abdômen. Sorriu e viu ela virar as costas na direção da saída, alcançando-a e passando a mão pela cintura dela com firmeza enquanto a guiava para o BMW preto estacionado entre duas motos. "Eu abriria a porta para você, mas estamos com pressa" disse, rolando em cima do capô até o lado do motorista.

posted on June 21st   5 notes   via alanna-armstrong

This Is How We Do ♡ Blunt & Humphrey

Parecia que cada vez mais pessoas apareciam ao seu redor, tão ansiosas e animadas quanto Jasmine. O melhor de tudo era ver novas gerações ali, e não só os adultos mais velhos curtindo bandas mais antigas. Ela se sentia numa das primeiras edições do Rock In Rio, ouvindo música que realmente valia a pena. “Você fala polonês?" ela perguntou, impressionada. Nunca tinha visto ninguém falar polonês, ou qualquer uma língua mais desconhecida. A única coisa que sabia era espanhol e umas poucas palavras de francês, devido ao seu pai, que pediu para que estudasse. "Deuses, eu nunca encontrei ninguém que falasse polonês. A única língua que falo é a da ironia”, Jasmine brincou. Ela não era irônica toda a hora, mas sarcasmo era uma boa arma de vez em quando. 

A morena deu um sorriso, aceitando o braço estendido. “Estou me sentindo uma Miss America. Elas tem uniformes legais, sabia?" soltou, sem querer que fizesse muito sentido. Às vezes, ela parecia quase um Coulson quando se tratava de Capitão América. Damn it, ela pensou, eu tenho que começar a assistir menos Avengers. Não verbalizou mais nada relacionado à Marvel, pelo menos, não naquele momento.

A passagem abria enquanto os dois se movimentavam no meio das pessoas. Nunca Jamie se sentira tão importante a ponto de abrir passagem, só em algumas de suas festas, na qual estava tão fabulosa a ponto de esmagar corações. Oh, se ela ainda tivesse tamanha paciência para se arrumar. Quando as músicas começaram, um presságio passou rapidamente em sua mente. Sabia o que estava por vir. Aquilo viraria - e virou - uma Cornucópia aonde eles batalhavam por comida e armas. Jasmine se encolheu um pouco mas seguiu Henry pela multidão, usando a touca de panda mais fofa da Terra. “Eu pensei que elas iriam roubar meus rins para verem a banda." ela riu, conferindo se suas coisas ainda estavam em seus bolsos. 

A estrutura montada para os camarotes eram muito bem feitas e decoradas, e Jasmine subiu as escadas, com Henry um degrau atrás. Quando viu a vista privilegiada do show que tinha ali em cima, quase caiu para trás. “É isso. Eu não saio daqui viva." comentou baixinho. Ficou pensando se iriam levar ela a tempo para o Hospital de Hiddenwood quando a sua música favorita do Imagine acabasse, ou se ela iria morrer de mal súbito ali mesmo. 

"E Espanhol, Polonês, Latim Tradicional e Arcaico, Árabe, Mandarim e Português” disse contando nos dedos — a única forma de não se esquecer de nenhuma. E quando não contava certo, tinha que falar tudo de novo até lembrar. Sua memória era boa para nomes, mas para aquele tipo de coisa? Piada. Franziu a testa quando ela disse deuses, mas decidiu não perguntar. Decidiu que preferia não saber. "Que isso, seu inglês é muito bom também" brincou quando ela disse que a única língua que falava era a ironia. E acabou ele mesmo soando um pouco irônico.

Deu uma risada com o comentário sem muito pé nem cabeça da menina: já estava acostumado com aquilo. Depois de ser tachado de santo e ouvido coisas como unicórnios e ursinhos carinhosos, havia pouca coisa que ele não esperasse de Jamie. Ela podia simplesmente soltar uma pérola ali sem qualquer motivo aparente. E ele gostava da espontaneidade da morena.

Já havia estado lá em cima pelo menos mais seis vezes naquela mesma noite, mas ainda sim entendeu a reação de Jamie. O lugar era mesmo mágico. Estava no camarote do pessoal credenciado, e não no seu, mas a vista não deixava de ser perfeita. E no momento que ele olhou para o palco, os integrantes da banda entraram. "Por favor, eu não sei o que fazer com um cadáver" brincou novamente. Era impressão dele ou ele estava bastante brincalhão aquela noite? Passou um dos braços nos ombros da garota e a guiou para a “varanda” do camarote, onde eles tinham a melhor visão tanto da galera quanto do palco. "Primeiro show deles?" perguntou por cima da multidão barulhenta.

posted on June 21st   10 notes   via beautyblunt-rp

BEST SHOW EVERRRRR

A parte que eu agradeço por ter desistido de economia e aberto uma padaria.

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Ok então. Eu não sei se era pra eu entender alguma mensagem subliminar, mas… não aconteceu.

posted on June 21st   4 notes   via nana-edwards

Let me thank you || Henry and Alanna

alanna-armstrong:

Desde a noticia do tal festival, uma onda de animação tomou conta da loira. Não era muito comum verem-na daquela forma, mas o que importava? Teriam os shows e a garota simplesmente amava musica. Quando Coldplay começou a tocar, Alanna sentiu uma nostalgia extrema ao lembrar que já havia escutado aquelas musicas. Musicas que poderiam ser usadas em qualquer situação para qualquer sentimento que a estivesse afligindo. Ou qualquer coisa assim. O flerte com Henry foi rápido, mas certeiro. Em questão de minutos, os lábios do moreno já estavam unidos aos seus.

Depois de retribuir e aproveitar para passar a mão até a nuca dele, arranhando levemente o local, ela afastou-se levemente e sussurrou algo que apressava ainda mais as coisas “Acho que você esta muito… Vestido?”. Assim que o disse, acabou com a distância voltando a beija-lo. Aproximou o corpo do dele descendo uma das mãos para a barra da blusa dele, apertando o tecido entre os dedos.

Henry estava se sentindo melhor do que nunca. Estava tudo perfeito, os shows haviam sido todos melhores do que o esperado, a arena estava lotada, havia ouvido meia dúzia de pessoas reclamando, o que no meio daquela multidão aclamando o festival, não era nada. Já havia descido do camarote para pista e vice-versa pelo menos oito vezes, sem se decidir onde ficaria. Na verdade, todos os lugares estavam igualmente agradáveis, incluindo o pistão, então ele estava bem. Em resumo, ele achava que nada podia ficar melhor. Até encontrar Alanna.

Ele tinha que admitir que desde o dia do bar estava um pouco vidrado na loira. Então quando ela deu abertura, ele também partiu para o flerte. E deu no que deu. Não resistiu em beijá-la na primeira oportunidade que teve, e não se arrependia por tê-lo feito. Na verdade, no momento em que seus lábios se encontraram ele se arrependia era de não ter feito aquilo antes. “Você não espera que eu tire minhas roupas no meio do festival, espera?” perguntou em um tom maroto agradecendo por ela ter voltado a beijá-lo. “Vamos sair daqui?” perguntou entre os beijos, já puxando a chave do carro do bolso. Não imaginava como sobreviveriam à viagem até o hotel, mas teriam que tentar. 

posted on June 21st   5 notes   via alanna-armstrong

BEST SHOW EVERRRRR

nana-edwards:

principalmente a segunda parte

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Que segunda parte?

posted on June 21st   4 notes   via nana-edwards